domingo, 7 de agosto de 2011

Construction Begins on Future USS Jackson

The Navy authorized the first cutting of aluminum for the sixth littoral combat ship, the future USS Jackson (LCS 6), at Austal's Modular Manufacturing facility in Mobile, Ala., Aug. 1.

The "first cut" is a significant ship construction milestone, signifying the ship's progression from design drawings to the beginning of a tangible form.

"The littoral combat ship is a key part of our future fleet and demands the very best skill and effort from government and industry teams," said Program Executive Officer for Littoral Combat Ships (PEO LCS) Rear Adm. James Murdoch. "The commencement of production of LCS 6 marks another significant milestone in the program, and demonstrates the efficiency benefits of our 'block buy' arrangements with the ship builders. These fixed-price contracts ensure cost efficiency in the program and best value for the taxpayer."

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Empresas privadas - B.E.A.R. substitui a M4?

Sem querer parecer muito republicano, maníaco ou louco, considero importante olhar para as empresas de armamento militar. A vanguarda da tecnologia militar está situada em empresas privadas que são financiadas por investidores, nomeadamente estados.



Esta M4 é quase perfeita, está no topo da tecnologia. Leve, precisa e fácil de manobrar. Veja-se, no vídeo, o operador a descarregar um bloco de munições na totalidade apoiando a arma, apenas, com um braço. Género Jonh Rambo! Quem já disparou as nossas G3 garante que o recoil é muito mais acentuado!
É importante referir que o desenvolvimento tecnológico acontece mais rápido e de forma constante quando a evolução está entregue às empresas privadas. A competição exige mais esforço e empenho.

sábado, 6 de agosto de 2011

Chinook vs RPG

Um Chinook  foi ao chão no Afeganistão, resultando na morte de 31 norte-americanos e 8 afegãos. O poder aéreo da NATO foi posto à prova. O resultado é pouco positivo.
As forças armadas afegãs não dispõem de força aérea, pelo que as forças NATO desempenham um papel preponderante na ação contra os insurrectos neste domínio. Um ataque de RPG (Rocket-Propelled Grenade) foi o motivo da queda. Esta arma e as metralhadoras pesadas representam um grande risco para o helicóptero Chinook na descolagem e aterragem, principalmente em zonas montanhosas.
Entrando no plano da análise pessoal, não existem potências hegemónicas intocáveis. A mais avançada tecnologia foi facilmente abatida com um equipamento barato, acessível e tecnologicamente pouco avançado. Este exemplo vem contrastar com a ideia de que os combates da nova era se realizam no ar, longe dos olhos do inimigo. Este é mais um caso que refuta essa afirmação.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

De omnipotente a arguido

A car passes by a defaced giant statue showing the late Egyptian President Anwar Sadat, second right, and ousted President Hosni Mubarak, left, in 6th of October city, Egypt. (AP)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Livros: "Common Sense" de Thomas Paine

Paine era um revolucionário, tendo participado na revolução americana e francesa. Nasceu em Inglaterra mas sempre defendeu a independência das colónias americanas. Neste manifesto, Common Sense, Paine argumenta contra a monarquia britânica e sua posição hegemónica, acusando-a de injustiças sociais e económicas.
Uma das refleções mais interessantes de Thomas Paine neste manifesto é a comparação entre sociedade e política: "society is produced by our wants, and government by our wickedness; the former promotes our happiness positively by uniting our affections, the latter negatively by restraining our vices. The one encourages intercourse, the other creates distinctions. The first is a patron, the last a punisher". Para Paine, a sociedade era uma "bênção" enquanto que os governos não passavam de um mal necessário.
Este é um livro que serve de fonte para o pensamento anti-colonial norte-americano do século XVIII, culminando na primeira revolta liberal - a revolução americana!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

America's own Taliban

Prior to 9/11, the Taliban government in Afghanistan did not register very much on American radar screens, with one notable exception: when it blew up two colossal images of the Buddha in Bamiyan province in early 2001. But destruction of treasured artifacts isn't just limited to the Taliban. There's a right-wing politico-religious presence centred in the US, but with a global reach, engaging in similar practises, destroying religious and cultural artifacts as a key aspect of its ideology of "strategic level spiritual warfare" (SLSW).

Until recently a fringe evangelical movement, warned against as deviant, "spiritual warfare" is rapidly positioning itself within America's mainstream political right. It's well past time for political journalists to start covering what this movement is up to.

As an example, leaders have bragged online about the destruction of Native American religious artifacts, which their twisted ideology somehow sees as a liberating act, promoting "reconciliation" between estranged groups of people. Critics, however, see it as reflecting an eliminationist mindset, while traditional conservative evangelicals have denounced the ideology as un-biblical. Some even claim it is actually a form of pagan practice dressed up in Christian clothes, according such artifacts a spiritual power that the Bible itself denies.

The ultimate goal is to replace secular democracy, both in America and around the world, with a Christian theocracy, an ideology known as "dominionism". The supposed purpose is to "purify" the world for Christ's return - again, strikingly similar to what the Taliban believe, but also significantly at odds with more common, long-standing Christian beliefs about the "end times", as well as the nature and purpose of prayer, and the roles of human and divine power.

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A desgraça de um povo desgraçado

Se o sofrimento fosse um estado, a Somália seria o seu parceiro número um. Depois da grave fome de 1991-1992, tendo morrido 300 mil pessoas, a ONU declara, oficialmente, o estado de fome em duas regiões do sul da Somália - Bakool e Baixa Shabelle - onde vivem 3.7 milhões de pessoas, quase metade da população somali. A adicionar a estes cidadãos africanos, mais 9 milhões em todo o Corno de África correm o risco de perecer perante a fome demoníaca. Procuram o "estatuto" de refugiados em campos altamente lotados, tanto na Etiópia como no Quénia. O al-Shabaab, "a juventude", dificulta as operações humanitárias, intitulando os funcionários internacionais de "cruzados" e "espiões do ocidente".
Convém refletir. Os grupos insurrecionais somalis podem tirar partido da ajuda humanitária internacional. Em primeiro lugar, é uma forma de garantir o abrandamento dos ataques norte-americanos, executados maioritariamente por drones, aos líderes rebeldes. Não faria sentido, simultaneamente, acordar a ajuda e executar operações seletivas, com força letal, contra dirigentes rebeldes. Portanto, esta crise humanitária providencia um escudo temporário aos aliados da al-Qaeda naquela região. Por outro lado, a fome estimula o sistema de subornos, matéria que os insurretos vão explorar. Isto é, a crise pode servir de fonte de rendimento para estes grupos. Ainda a acrescentar, alguns destes bens alimentares podem ser desviados e usados para atrair indivíduos.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A fome, a Somália e o terror do al-Shabab

O Corno de África vive um dos períodos mais negros da sua história. A fome assola aquela região e as agências internacionais têm-se revelado impotentes para responder à crise humanitária. A seca é a pena capital para muitos cidadãos africanos.

Al-Shabab luta pelo poder contra o Transitional Federal Government, este reconhecido como legítimo pela comunidade internacional e aquele considerado como grupo terrorista pelos EUA. O primeiro considera que o ocidente está a exagerar na dimensão que esta crise representa, afirmando que os ocidentais apenas pretendem deturpar a imagem deste grupo aliado da al-Qaeda. O que é certo, o apoio da população a este grupo começou a decrescer, revelando que o problema é sério e que os cidadãos percebem que o al-Shabab não responde as necessidades do povo.
Infelizmente, sem o consentimento deste grupo vai ser complicado prestar ajuda às populações, pois a ameaça é elevada. Uma hipótese é enviar ajuda via aérea, embora não estando garantida a distribuição pelos que mais necessitam. É necessário confiar nos grupos locais e esperar que no meio de tanta ideologia e ódio político ainda exista um lado humano.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Livros: "Reconciliação: O Islão, A Democracia e o Ocidente" de Benazir Bhuto

 São parcas as palavras que podem descrever a visão de Benazir Bhuto na sua obra. Ela refere sempre que o povo do Paquistão estará sempre em primeiro lugar. Entenda-se, primeiro do que a família. Entenda-se, primeiro do que os filhos. Bhuto revelou neste livro o amor incondicional e inconsciente que nutria pelo país que a viu nascer.


O combate político da família Bhuto foi dramático, mas compensador. Benazir Bhuto e seu pai morreram, mas o seu legado será eterno. Serviram de exemplo e inspiração à população do Paquistão.
Neste livro - "Reconciliação" - Benazir parte com a ideia de que "existe um potencial para a radicalização de muçulmanos de todo o mundo num ambiente político de ditadura e autoritarismo". No caso do Paquistão, a situação ainda era pior, pois a ditadura era militar. O general Musharraf estava no poder, pelo que não existia uma fonte militar independente capaz de combater os extremistas.
Esta era a preocupação de Benazir Bhuto. Infelizmente foi assassinada quando participava na corrida para as eleições legislativas.
Hoje, é o seu marido que está no poder.